Lenda do Acervo
Praiao e Prainha
A História
Quando a gente abre os baús mais antigos da nossa música sertaneja e encontra aqueles discos de vinil que dão gosto de colecionar, o nome de Praião e Prainha brilha com uma história bonita e, ao mesmo tempo, marcada por muita emoção. Formada pelos irmãos mineiros nascidos lá em Uberlândia — Aguimar Fernandes Balieiro, o Praião, e Ademar Fernandes Balieiro, o Prainha —, essa dupla fincou raízes profundas no coração do Triângulo Mineiro e conquistou o Brasil inteiro com o mais puro e autêntico estilo caipira.
Nas décadas de 1960 e 1970, eles eram presença marcante nas rádios e nas vitrolas de quem amava um som de verdade. Um detalhe que dava ainda mais charme às apresentações era a parceria com o talentoso maestro e acordeonista Rezendinho, que acompanhava os rapazes e enriquecia a sonoridade da dupla. Os LPs que eles gravaram viraram verdadeiras relíquias, tesouros sagrados guardados a sete chaves pelos colecionadores da nossa música de raiz.
Infelizmente, a estrada da vida às vezes reserva despedidas dolorosas demais. A trajetória da formação original foi interrompida de forma trágica e precoce no dia 15 de fevereiro de 1973, com o falecimento do Praião em um acidente automobilístico. Anos mais tarde, em 1992, o Prainha também nos deixou. Mas o som e a história que eles construíram não pararam por aí. O nome da dupla continuou sendo honrado e defendido por novas formações de músicos apaixonados, determinados a manter esse legado vivo.
Praião e Prainha são a prova viva de que a verdadeira música caipira nunca se apaga. Ela ecoa na viola, na lembrança dos fãs e na alma de quem sabe dar valor à nossa tradição mais bonita.
Nas décadas de 1960 e 1970, eles eram presença marcante nas rádios e nas vitrolas de quem amava um som de verdade. Um detalhe que dava ainda mais charme às apresentações era a parceria com o talentoso maestro e acordeonista Rezendinho, que acompanhava os rapazes e enriquecia a sonoridade da dupla. Os LPs que eles gravaram viraram verdadeiras relíquias, tesouros sagrados guardados a sete chaves pelos colecionadores da nossa música de raiz.
Infelizmente, a estrada da vida às vezes reserva despedidas dolorosas demais. A trajetória da formação original foi interrompida de forma trágica e precoce no dia 15 de fevereiro de 1973, com o falecimento do Praião em um acidente automobilístico. Anos mais tarde, em 1992, o Prainha também nos deixou. Mas o som e a história que eles construíram não pararam por aí. O nome da dupla continuou sendo honrado e defendido por novas formações de músicos apaixonados, determinados a manter esse legado vivo.
Praião e Prainha são a prova viva de que a verdadeira música caipira nunca se apaga. Ela ecoa na viola, na lembrança dos fãs e na alma de quem sabe dar valor à nossa tradição mais bonita.